sábado, 11 de fevereiro de 2012

Meninas sobre rodas

Adriana Lage
Atendendo a uma solicitação feita em um post há alguns dias, resolvi fazer um post sobre algumas necessidades e situações que as mulheres cadeirantes enfrentam. Para isto, contei com a preciosa ajuda da Laura Martins, do blog A Cadeira Voadora, e da Adriana Lage, que escreve na Rede Saci. Minhas principais dúvidas eram em relação a dia a dia, utilização de banheiro, menstruação e vaidade. As duas são muito bonitas, estão sempre arrumadas e me tiraram muitas dúvidas. A Adriana é tetraplégica, com lesão no nível C5, e a Laura é paraparética, devido a uma mielite.
Laura Martins
Vamos às dicas: 
- Dia a dia:
Tetraplégicas geralmente precisam de ajuda para se transferir da cadeira e vestir roupas. A dica é se vestir deitada, facilita. Para a higiene, utilizar sabonete íntimo, lenços próprios para a região e hidratantes e óleos no corpo, sobretudo no bumbum, o que ajuda a prevenir as escaras. Além disso, é bom usar apenas calcinhas menores, de tecido macio e confortável, não necessariamente algodão, que possuam apenas uma ou duas tirinhas nas laterais (estilo 'periguete'). Elas são facílimas de retirar, mesmo para quem tem pouquíssima força nos braços. Se depilar constantemente facilita a vida, pois quanto menos pelo, melhor. A Adriana optou pela depilação a laser nas pernas - já que ela faz natação e adora usar vestidos - virilha completa, axila, coxas, etc. Fica mais fácil cuidar de um corpo sem pelos e é bem mais bonito esteticamente  falando.

- Menstruação:
Para controlá-la com mais precisão e evitar surpresas, uma dica é tomar pílula, que ajuda a diminuir os sintomas da TPM e manter o fluxo menstrual regular. Assim que termina a cartela, a menstruação chega no 5º dia sem a pílula, e a partir daí é só usar absorvente, como qualquer mulher, e trocar a cada ida ao banheiro, evitando usar roupas claras nesse período. Para amenizar os sintomas da TPM, a Adriana recomenda comer muito brócolis no período (essa eu não sabia). Quando pintam cólicas menstruais, ela  aproveita para nadar ou se exercitar. Assim, com movimento, elas passam logo.

- Banheiro:
As duas tem algum controle de esfíncter e não fazem cateterismo, mas a Laura não consegue prender por muito tempo, por isso o banheiro para ela é fundamental. Se não houver um adaptado, é preciso usar um absorvente para prevenir escape. Ou, então, não beber, ou ficar pouco tempo no local. Uma situação que ela acha complicada é o famigerado assento sanitário com abertura frontal. Com a dificuldade de equilíbrio e de controle muscular, pode acontecer, por exemplo, de a perna não conseguir ficar bem posicionada e escapar para a abertura. Como conseguir fazer suas necessidades tendo que se equilibrar sobre um assento? E, na opinião dela, um dos grandes dramas das meninas que não fazem cateterismo é ter de se sentar num vaso sanitário emporcalhado pelas outras representantes do sexo feminino que não aprenderam regras de boa educação. Isso é duro! Algumas fazem xixi de pé e respingam tudo com urina. Eca!! Outras sobem no vaso e sujam o assento com seus sapatos!! Inacreditável, mas é verdade.

- Beleza:
Vale ressaltar que dá para aliar beleza, sensualidade e praticidade. Por exemplo, dá pra ter unhas grandes e bonitas e colocar lente de contato sozinha ou fazer a higiene sem arrancar pedaço de nada. As unhas afiadas servem como armas! Tanto de sedução quanto de defesa, em caso de gracinhas não desejadas. Nessa semana a Adriana publicou na Rede Saci um texto sobre violência contra a mulher. Nele, abordou temas como estupro de vulnerável, casos de violência contra mulheres deficientes, alguns cuidados que ela toma, etc.

- Sexo:
Em caso de relações sexuais, as mulheres cadeirantes não tem os mesmo problemas que os homens. Querendo ou não, a participação delas na história é mais passiva. Dá para ter orgasmos e experimentar várias posições se o parceiro puder ajudar. Sempre lembrando da camisinha aliada a outro método anticoncepcional e de um critério na escolha do parceiro. Dá, inclusive, para fazer muita coisa interessante na cadeira de rodas!

Espero que tenham gostado das dicas, e se puderem contribuir com mais nos comentários, fiquem à vontade. E desculpem não ter publicado nada antes, pois nesse quesito, eu sou leigo. Ou melhor, era!

35 comentários:

  1. Ahhhh, agora sim... Bacana, muito bacana! Só me explica uma coisa? Aliás... Desenha? "Querendo ou não, a participação delas na história é mais passiva". A mulher não pode ser tão ativa quanto passiva? Não seria melhor um ser participativo ao invés de passivo ou ativo? Ou só pode ser ativo aquele que tem pênis e, passivo, aquele que tem um canal penetravel? Limitado demais isso, não? Sexo é tão amplo... Mas, se vc ta se referindo a sexo como algo que só existe na base do homem-mulher X pênis-penetração, realmente a coisa é limitada. Limitada apenas a dois tipos, ao homem heterossexual meramente ativo e a mulher cadeirante heterossexual exclusivamente passiva. Eu não sou só isso e nem as demais cadeirantes se resumem apenas a essa "única espécie". rs Na boa, na paz... Não sou encrenqueira, vc é maravilhoso, mas ficou muito restrito isso aí. Independente da preferência sexual da pessoa. rs
    Parabéns pelo primeiro post direcionado as meninas! Aguardamos ansiosamente pelo próximo...
    Beijos

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    1. Como disse no início, os textos são da Adriana e da Laura, mas entendo que a expressão faz alusão à menor dificuldade das mulheres em participar de determinadas posições que demandam força física. A intenção do texto não é limitar, mas sim orientar, e obviamente não é uma verdade absoluta. Como eu disse em outro post, a criatividade e o kama sutra estão aí para aumentar nossas possibilidades!

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    2. Quando usei a expressão passividade me referi justamente ao que o Sam disse. Independentemente de ser uma acrobata ou uma pessoa com lesão na C1, o fato da mulher não precisar ter ereção facilita tudo. Se você comparar um homem com lesão medular com uma mulher com o mesmo tipo de lesão, as coisas costumam ser mais complicadas para ele. Dependendo da lesão, ele pode ter ereções que não controla ou não conseguir se manter ereto por muito tempo. Por exemplo, para homens tetra, uma das posições sexuais mais tranqüilas é com a parceira por cima dele. Nesse caso, cabe à mulher se deslocar muito mais do que ele. Eu parto do princípio que sexualidade é um assunto bem íntimo e que diz respeito apenas aos envolvidos. Por isso, não acho que se justifique dar tantos detalhes em um blog. Dou apenas algumas dicas e orientações. Uma coisa é se manter no anonimato da internet. Outra bem diferente é dar sua cara a tapa. Cada caso é um caso. Mesmo tendo a mesma lesão, duas pessoas nunca serão iguais! O que é bom e gostoso para um, pode ser um desconforto para o outro. Se quer dicas interessantes sobre o assunto, te aconselho ler materiais do Fabiano Puhlman e dar uma olhadinha no Silla Sutra. Uma boa conversa com o ginecologista, fisioterapeuta, psicólogo, etc, te dará um norte sobre suas possibilidades ou as de seu(sua) parceiro(a). É como te disse: sexo é algo bem pessoal e independe da deficiência e da opção sexual. Não há receitas!

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  2. Sam adorei as dicas das meninas, vou entrar no blog da laura vi que ela teve a mesma doença que eu, e é sempre bom ter mais informação.
    Abraços

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    1. Que bom que gostou Vanessa, essa troca de informações é sempre útil! Abraços

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  3. Vc é um cara incrível, além de mto bonito!!!!!!!!!!

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  4. Sam, muito legal vc falar das meninas. E a Laura e a Adriana são duas queridas!

    Beijo.

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    1. Obrigado Kaká. Realmente, elas são muito legais! Como você!

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    2. Olá Kaká, conheço seu blog e gostei muito !... gostaria do seu e-mail, pois tenho algumas dúvidas que acho que você pode me ajudar.. abraço

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  5. Adorei o post!!! Dicas muito boas essas. Mas, quanto à menstruação, tenho outra. Eu não consegui me adaptar à ela depois da lesão. Meu fluxo aumentou, os sintomas da TPM ficaram insuportáveis e passei a ter cólicas homéricas. Então, meu médico e eu resolvemos suprimí-la. Pra quê ficar sangrando todo mês sem nenhuma finalidade? Agora, esse é um assunto meio polêmico para as mulheres. Algumas acham que a menstruação é um símbolo de feminilidade, essas coisas... Eu não me ligo nisso. Faz 1 ano e meio que eu não sei o que é menstruação e minha vida melhorou muuuuito. Bjos.

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    1. Obrigado pela contribuição Dreidy. É uma boa alternativa mesmo. Bjos

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  6. Eu também tive uma mielite transversa e sei bem das limitações de que as meninas falam. E concordo com as colocações da Adriana. Certamente não dá para escrever um manual de sexo com cadeirante, cada qual tem limitações e possibilidades diferentes. Mas é sempre bom ter um espaço para discutir e trocar idéias com quem tem os mesmos problemas que a gente.

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  7. Gente, eu não me refiro a acrobacias e kama sutra em momento algum, nada disso. Sexo é íntimo e detalhes são pessoais, é obvio que cada pessoa é única e cada um tem suas limitações, sendo cadeirante ou não. Pra que falar desse jeito, Adriana? Eu só queria entender, meu Deus... Que mal há nisso? Que desnecessário isso de dizer que to me escondendo na internet, que horror! O que eu fiz de errado? Fui eu que sugeri num dos posts passados que ele falasse mais sobre nós... Só quero acrescentar. Eu apenas não escrevo o nome, mas posso escrever se isso faz tanta diferença. Eu não estou desrespeitando ninguém, pelo contrário, sempre escrevo educadamente e com bom humor. Eu só queria entender, pq achei que ficou limitado demais no sentido de que sexo, do jeito que foi dito e com esse lance de que "querendo ou não somos mais passivas", deu a entender que, nesse caso, se resume a cadeirante ser penetrada. Eu só quis dizer que não é só isso que é sexo. Pois, eu suponho que a grande maioria que sofreu uma lesão medular teve que redescobrir seu corpo e acabou localizando outros locais que também te dão prazer. Então, falar apenas de ereção e penetração acho limitado. Achar isso é pecado? Claro que cada um faz sexo do jeito que prefere, mas se sexo pra algumas pessoas é só penetraçao, fazer o que, né? Esse "mais passiva" se referindo ao fato de que não temos que nos preocupar pq não precisamos ter ereção, subentende-se claramente que temos uma cavidade pra ser penetrada e é isso que é o sexo. Pra mim não é só isso, pras pessoas com as quais me relacionei e as que conheço e que já conversei sobre o tema, também não. Mas, cada um sabe de si. Não to falando de se pendurar no lustre, apenas dizendo que é bem mais que um pênis entrando no canal vaginal, mas no entanto, no post acima, só foi mencionado isso, dando essa idéia.
    Não desrepeitei ninguém, muito menos os autores do texto, iniciei meu comentário dizendo que ta bacana e terminei parabenizando pelo primeiro post sobre mulheres cadeirantes.
    Abraços a todos... Beijos
    Luciana

    P.S: se precisar posso dar endereço, telefone, CPF e RG... Brincadeirinha, ta? rsrsrs Não resisti, não fica brava, Adriana... Sou da paz, colega! rs Beijos

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  8. Esse foi um texto meramente informativo, de orientação ...e não uma tese de doutorado, que deve respeitar regras de formatação e mostrar-se consistente.

    O texto não gera dúvidas quanto às informações fornecidas e esclarece fatos rotineiros da vida feminina.

    Reducionista é fazer questionamentos interpretativos e não ampliar a visão para entender o conteúdo.

    É um belo texto. Prático e objetivo.

    Abraço

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  9. Luciana,
    Sinceramente, eu acho que está polemizando algo sem necessidade. Quando escrevi sobre o anonimato na internet, não estava me referindo a você. O que quis dizer é que a partir do momento em que EU tenho minha identidade divulgada na internet, com textos e reportagens espalhadas por aí, preciso ter mais cuidado com as coisas que escrevo e detalhes que divulgo. Determinadas informações vão me expor muito mais do que agregar valores a terceiros. Se tivesse lido meus textos publicados na Rede Saci entenderia qual minha visão sobre sexo antes de fazer qualquer espécie de julgamento. Caso tenha se ofendido, te peço desculpas, pois a intenção passou longe disso. É claro que sexo não se resume à penetração. Mesmo porque nosso principal órgão sexual é o cérebro! Palavras, sons, imagens... tudo pode ser encarado como sexo. Também não acho que penetração seja apenas coisa de homem/mulher. Foi se o tempo que o falo estava com esse poder todo. Pensei que isso fosse óbvio para todos! É uma informação que está subentendida. Não vejo tanta necessidade assim de verbalizá-la. A disseminação do conhecimento é sempre válida. Trocar experiências com pessoas em situação semelhante a nossa é sempre um processo enriquecedor. Só que com discernimento. Há coisas que não precisam ser ditas. São intrínsecas. Já que está aí para acrescentar, acho legal dividir suas experiências ao invés de polemizar. Caso tenha interesse, podemos conversar mais e, quem sabe, transformar sua história em uma entrevista ou texto na Saci. Aí canalizaremos suas experiências e as minhas na construção de um conhecimento útil e não mais em discussões do tipo “Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha?”. Beijos.

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  10. Adriana, vc não precisa se desculpar. Se não foi pra mim, eu é que peço desculpas por ter pensado que era. Não me ofendi, de verdade, apenas vc me pareceu um pouco brava. E se não estava, melhor ainda. Jamais quero brigar, não tenho esse costume e acredito que todos que aqui estão também não, até pq não há necessidade disso, muito menos aqui nesse blog tão especial. Não faltaria com respeito ao Sam que sempre nos enriquece com carinho e atençao, e nem com nenhum leitor do blog. Eu não sou melhor do que ninguém, não quis criar polêmica e nem gerar nada de negativo. Infelizmente não fui tão compreendida e acabei desagradando pessoas que responderam mais severamente. Mas... Tudo bem... Repetindo, a sugestão de que ele falasse mais sobre as mulheres cadeirantes foi minha e achei o máximo ter meu pedido atendido. Logo, eu seria uma estúpida se dissesse que não gostei do post... A primeira coisa que fiz foi dizer que estava muito bacana... Eu me expressei a respeito do finalzinho dele, mas nem vem mais ao caso... Eu já expliquei e não me entenderam, não façamos disso uma discussão sem fim, né? Melhor concentrarmos nossas energias numa idéia para um próximo tema. Obrigada a vc, Laura e ao Alessandro!
    Beijão
    Luciana

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  11. Meninas, se ficarem nesse bate boca eu não escrevo mais sobre vocês não, heim? Brincadeira, este espaço é democrático e todo mundo tem direito de dar sua opinião. Acho que no fim das contas a discussão foi boa, e apoio a sugestão da Luciana: vamos nos concentrar no próximo tema! Quem tiver sugestões é só mandar pro meu e-mail - blog.cadeirante@gmail.com. Obrigado meninas!!

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  12. Acho que quem nao e cadeirante deveria esperimentar por 3 meses ficar em uma cadeira de roda para ver a dificuldade dos que dependem da cadeira.Minha amiga passa por muita dificuldade em muitas situacoes,tais como entrar no carro que nao seja o dela,onibus quando precisa,na escola.Eu vi esse video e quero aqui compartilhar ,achei muito legal.

    http://www.temporadafora.com/vlog/e-se-tudo-fosse-dificil

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  13. Adelte, adorei a dica! Valeu!

    Sam, parabéns pelo post!

    Beijos a todos

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  14. nossa muito legal essa materia!
    tbm sou cadeirante,e essa questao da urina acaba sendo um pouco complicada pra mim..eu tbm nao preciso fazer cat,mas tbm nao concigo segurar por muito tempo,dizem q faz mal tbm,e realmente faz,ja tive infecçao de urina 2x e tbm por beber pouco liquido,da mal cheiro as vzs..rsrs
    em casa eu me viro,mas ja recusei muitos convites para sair com os amigos visto q sei q vao beber,e nao da pra ficar so olhando kkk
    sei q eles nao se incomodam em me ajudar,mas me sinto constrangida rsrs
    tbm sou vaidosa..gosto de minhas unhas grandes,prefiro usar mais vestidos ,acho mais facil..a querstao do sexo tbm acho pessoal,mas nao vejo muita diferença entre a epoca q eu andava e agora!
    eh tudo questao de costume,adaptaçoes,e da pra ir levando a vida sim!
    muito bom
    amei seu blog!

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    1. Oi,dayze.
      Eu sou o Nilson Fernandes.
      Tenho 19 anos cadeirante e gostaria de fazer amizade contigo!
      Meu celular é 065999178453.
      Será um plazer receber uma ligação ou uma msg sua

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  15. muito interesante o texto..
    Quem puder, da uma olhadinha no meu blog
    http://amorvips.blogspot.com.br/

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  16. Este comentário foi removido pelo autor.

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  17. sou cadeirante a 11 anos e confesso nao me acustumei pois e uma locura voce e femenina se arruma sai linda maravilhosa vai a uma festa ai quer usar banheiro nao da ta de fralda a fralda vaza ferro ta de carona sei que a pessoa talves nao se importa mas e chato mas e so me convidar pra uma festa estou la quero e ser feliztambem tive miolite tranversa email paivapatricio@bol.com.br

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  18. Sam, parabéns pelo blog, achei muito interessante a maneira como você aborda os assunto do dia a dia e relata suas aventuras e dessa forma você está ajudando outras pessoas, pois sou cadeirante também e agora que descobri o seu blog vou ficar sempre acompanhando. Um abraço! Peter.

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  19. Sou estudante de moda e estou fazendo um projeto de intervenção ergonômica, meu projeto é uma linha de calcinhas para mulheres cadeirantes. Estou procurando por mulheres dispostas a responder um questionário, a identidade da pessoa não é revelada. Se souberes de alguém que esteja disposta a responder fico agradecida. Att, jessicaloose@hotmail.com

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  20. ei, prazer meu Raphaella Ferreira, sou cadeirante a 8 meses,tive um acidente de carro e quebrei a coluna e minha lesão foi completa ;ss , e sinceramente as coisas ainda estão bastante confusas. Queria que me ajudassem um pouco em relação a tudo, porque eu parei com a minha vida, to tentando voltar a ela, mais ainda está bastante dificil. Se não for encomodo me ajuda me da dicas pelo menos .. Obrigada ;s

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    1. Não amiga não fique abalada,vc tem muitas coisas para viver e se acostumar se vc olhar para tras,vai ver coiss piores,fiquei paraplegica com 25, anos e um bebe,de 45 dias ,com um progetil que atingiu a medula,fazem 5 anos ,hoje estudei e trabalho durante o dia e a noite dou aula de biologia,isso pq achei que minha vida estava destruida,e me sinto muito feliz,

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  21. Muito bom o post, sou cadeirante tbm, Lesão na L1, devido a um acidente de moto, não rompeu a medula, mas obstrui, e faço cateterismo em casa, mas qdo saio opto por fazer "normalmente" o xixi, mas por não segurar por longos periodos, sempre uso um absorvente pq dependendo da higiene do banheiro, prefiro ficar "mijada" kkkkkk, quanto ao uso de pilulas, como sou casada assim q me casei usei por 3 anos até ter uma trombose, sem causa justificavel, por orientação tive q parar com elas, e optar pelo DIU.

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  22. Meninas, contei a um amigo sobre a minha fantasia com uma cadeirante. Muitos acham absurdo essa minha sensação. Gostei da abordagem do assunto. Confesso que fiquei mais excitado ainda.

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  23. Muito bom o texto, parabéns!!! Sou paraplégica, tenho mielomeningocele. Fiz ampliação vesical, entao preciso fazer o cat. Porem, minha condição nao ajuda muito para que eu possa fazer sozinha, ainda estou tentando achar algo para adaptar e poder ter essa liberdade e autonomia.

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  24. Eu sou paraplégico à 19 anos e gostaria muito de conhecer pessoas q sejam paraplegico.
    Seja homem ou mulher.
    Meu celular é 065-999178453.
    Aguardo alguém me ligar.

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  25. OI BOA NOITE.
    MEU SOBRINHO ALEX LOPES .
    FARIA QUALQUER COISA PARA TER SUA AMADA CADEIRANTE EM SEUS BRAÇOS NA SUA CIDADE DE UBERLÁNDIA MG.
    SOLTEIRO 34 ANOS CONFIANTE. CONPANHEIRO. LEAL FIEL.PROTETOR DE USA AMADA QUE CONECE LA.
    CADEIRANTES BONITAS SINCERAS .
    CELULAR 034988745099 WASTSP
    TRABALHADOR HONESTO.
    NAÕ ACHARAS OUTRO IGUAL A ELE.
    LIGUE PRA ELE.

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