
Semana passada passei um perrengue com meu carro. Eu estava com um amigo dando uma volta, quando, no meio da Avenida Amazonas, uma das mais movimentadas daqui de BH, parei em um semáforo. Assim que abriu, quando puxei a alavanca de aceleração, o cabo de aço que liga ao acelerador se rompeu. Na hora apertei o freio (esse é ligado direto por uma barra de ferro, não arrebenta) e fui entender o que tinha acontecido.
O cabo de aço acabou de se soltar e caiu no chão do carro. Puxei o freio de mão, liguei o pisca alerta e pedi a meu amigo para passar para o motorista, enquanto eu me dobrava pra passar pro banco do passageiro por dentro do carro. Com meu tamanho diminuto e minhas pernas de mais de metro, foi um custo fazer a transferância. A essa altura já tinha uma fila de carros buzinando, mas já no próximo semáforo conseguimos sair dali. Agora pensa, e se eu estivesse sozinho? Ia ficar agarrado no meio da avenida até conseguir alguém que tocasse o carro ou até um guincho aparecer.
Daí veio uma lição: quando fiz a adaptação, escolhi fazer em uma empresa que cobrava dois terços do valor da outra, mas a mais cara era ligada totalmente por barras, sem usar cabo de aço. Mas não estou desmerecendo a adaptação feita, me serviu muito bem, já a mais de um ano, mas eu nem tinha pensado nesta possibilidade.
A sorte é que eu já estava perto da empresa que fez a adaptação, e levei o carro lá na hora para arrumarem. Em meia hora trocaram o cabo de aço, e colocaram uma fixação mais forte, dificultando novas ocorrências. Mas vai a dica para quem tem adaptação por cabo de aço: ém bom dar uma revisada de vez em quando no estado do cabo, para não passar aperto.






